23
August
2010

Livros virtuais fazem leitores menos isolados

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Apple, Diversos | Tag(s): , , , | 0comentarios

Muito se tem escrito sobre a habilidade da internet em aproximar pessoas. Mas enterrar o nariz em um livro sempre foi uma experiência isolada, onde o leitor não quer ser incomodado, certo? E o que dizer sobre um dispositivo que interfira nesse processo?

“Estranhos sempre vêm me perguntar alguma coisa a respeito”, disse Michael Hughes, um especialista em comunicação na Universidade John Hopkins, em Baltimore (Maryland, EUA). Usuário de iPad há meses, Hughes disse que as pessoas estão se aproximando mais para tirar dúvidas sobre a nova aquisição – “As pessoas se aproximam e pedem pra ver, tocar, pra perguntar como funciona”, e mais: “isso (essa aproximação) raramente acontece com um livro comum”. Com o preço dos e-books descendo, o número de leitores aumentou potencialmente. No último mês, o Amazon apontou que desde o começo do ano, a venda de Kindles triplicou se comparado ao ano passado. Quando o Amazon abaixou o preço do Kindle de 259 à 189 dólares, as vendas no mês seguinte foram de 180 e-books para cada 100 hardcovers.

Costumes sociais como o ato de ler sozinho em público pode estar com a popularidade afetada. De repente, com a ascensão dos livros virtuais, a imagem do leitor solitário e inacessível parece estar com os dias contados. Dado que alguns leitores de e-books podem exibir a sua leitura durante a conexão online, há a grande chance que, durante esse processo, o leitor esteja conversando com outra pessoa ao mesmo tempo, teoriza Paul Levinson, professor de comunicação e estudos de mídia da Universidade de Fordham.
“Acho que, historicamente, criou-se um estigma contra o ato de leitura, e isso veio da falsa noção que, se você não está lendo, você não vai socializar com outras pessoas”, Dr. Levinson pontuou. “Mas os leitores dos e-books ajudam a mudar isso porque eles estão intrinsecamente ligados a sistemas maiores”. Para muitos, livros virtuais são meros acessórios, e, vistos dessa maneira, o significado de ser estudioso, por exemplo, acaba se modificando. “Consumir literatura se tornou cool de novo”, ele disse.

Debra Jailman, uma dermatologista de Manhattan, disse que gostaria que a tecnologia em geral fosse igual ao seu iPad, que ela usa para ler tudo - de jornais a romances - ou seja, ajudou a banir estigmas sociais, como ler sozinho em público.

“Pode ter sido um estigma fugaz sobre leitores solitários, mas acho que isso não existe mais por causa da tecnologia atual”, ela disse. “Estamos em uma era high-tech e a portabilidade do iPad apaga estigmas ou noções negativas associadas à leitura solitária”.

Nem todo mundo concorda que os leitores de livros virtuais ajudaram a tornar a leitura mais acessível. Jenny Block, escritora texana e colunista sobre sexo, está aí para provar o contrário: “o Kindle manda a mensagem imperativa ‘estou ocupado, não me perturbe’ quando você está viajando em um avião, comendo em um restaurante ou relaxando em um SPA”, comentou.

Ou seja, para quem quer ser incomodado ou para quem não quer, iPads e Kindles vieram para transformar experiências que, a princípio, foram instituídas como atos solitários.

Fonte: New York Times

20
August
2010

O desafio dos navegadores para dispositivos móveis

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Google | Tag(s): , , , | 0comentarios

Google Apps Mobile

Como já citamos, cerca de doze serviços Web do google ainda estão sem a versão móvel para telefones inteligentes. Em resposta, o gerente de produtos do Google alega que desenvolver websites para dispositivos móveis é “sempre um desafio, dado os navegadores”.

Diante tais deficiências, a justificativa veio via twitter, intermediada entre o jornalista do L.A.Times, Mark Milian e Ronald Ho, que, de acordo com o próprio perfil do Google, é o gerente de produtos da companhia na cidade de Mountain View (California). Ronald procurou o jornalista no microblog para defender as falhas dos seus produtos.

O jornal inglês The Times notou que a versão móvel do Google Docs só possibilita a visualização, e não a edição. Pelo Twitter, o especialista se defendeu: “estamos sempre tentando melhorar essa experiência”.
Embora Ho esteja certo ao dizer que o trabalho em um navegador móvel é dobrado se comparado ao desktop, Sam Schillace, diretor de engenharia do Google e criador do software que hoje é conhecido como Docs, já contornou problemas maiores  - “Nós já trabalhamos em ambientes muito mais restritos que os navegadores de hoje”. Há menos de um ano atrás, em entrevista ao The Times, Schillace ainda disse que “o navegador é a etapa final mais ‘selvagem’. Você pode colocar o seu software em qualquer telefone inteligente”.

Para justificar essa facilidade, basta observarmos a oferta abundante de dispositivos móveis, incluindo às que utilizam o sistema operacional Android (do próprio Google), que apresentam pelo menos um processador de 1GB e metade desse valor de memória de acesso, ou seja, se não já alcançaram, estão quase a par dos computadores que temos em casa, isso ainda quando Schillace começou a trabalhar na Writely, a antecessora do Docs.

Aliás, para Schollace, contrariando o gerente de produtos da mesma empresa, o desenvolvimento de navegadores para telefones inteligentes é relativamente insignificante (extraído da mesma entrevista no The Times): “O hardware é bastante lento, com potência fraca e a capacidade da banda larga é limitada”, e, pra completar, “a plataforma móvel é parecida com um quiosque na Índia”, ou seja, para o diretor, os esforços para melhorar a performance dos dispositivos móveis é (quase) um desperdício.

Fonte:  Los Angeles Times

19
August
2010

Novidades da Acer ou Android 3.0?

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Google | Tag(s): , , , , | 0comentarios

AndroidA Acer está alardeando o lançamento de novos dispositivos móveis desde maio desse ano. Bom, estamos em agosto e não há nada de novo da empresa por aí, não é?

Rumores apontam que a companhia resolveu segurar um pouco as novidades, já que, a princípio, o planejamento era lançar com a ajuda do Froyo (abreviação de FrozenYogurt, mais uma versão-sobremesa do sistema operacional Android, do Google), mas agora, aparentemente, a companhia aguarda o surgimento do Android 3.0.

Com a versão Gingerbread, um lançamento do Google também esperado até o fim desse ano, a intenção já era obter suporte nas telas de alta resolução nos produtos da Acer, pré-requisito também almejado pela Motorola, ou seja, são dois gigantes esperando ansiosamente o novo Android. Segundo boatos, isso seria desenvolvido em parceria com o Google, o que alimenta ainda mais a deixa das inovações na próxima versão do Android.

Aliás, o Gingerbread nem lançado foi e já surgiram chutes para a versão seguinte do G, adotando, claro, a ordem alfabética e o critério das sobremesas para as nomeações. Partindo do doce de letra C, a ordem de lançamentos fica da seguinte maneira: Cupcake, Donut, Éclair, Froyo, o aguardado Gingerbread e, agora, o Honeycomb.

O que será que vem primeiro então? O Gingerbread, os lançamentos da Acer ou os da Motorola?

Fonte: Engadget

18
August
2010

Google e as Falhas no Mercado Móvel

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Google | Tag(s): , , , , , , , , , , | 0comentarios

Que o Google é referência mundial em milhares de aspectos isso ninguém duvida. A melhor empresa para se trabalhar, a que dá mais dinheiro, a que absorve mais ideias criativas, líder na indústria mobile e mais tantos outros pódios. Só que o preço a pagar por ser tão reconhecida também se manifesta nas incoerências. Na indústria de dispositivos móveis, por exemplo, cerca de doze produtos da companhia ainda não estão adaptados com os sites desenvolvidos pelo próprio Google.

A página de busca google.com, o Gmail e o YouTube ainda são os sites mais acessados pelos usuários dos aparelhos móveis. Além desses, o Google oferece conteúdo móvel de notícias, mensagens instantâneas, traduções, compras, calendários, entre outros. Apesar desse leque diverso, os produtos das companhias da cidade de Mountain View, na Califórnia, por exemplo, ainda não estão integrados com os serviços móveis oferecidos pelo Google.
Entre as falhas, podemos fazer uma pequena listagem:

•    A plataforma gigante de blogs, o Blogger, tem um serviço chamado Blogger Mobile que cobre os dispositivos móveis e funciona da seguinte maneira: links e páginas de destino que ensinam aos usuários como usar as mensagens de texto para enviar mensagens ou fotos via e-mail. Tentar gerar um post da mesma maneira que se cria no desktop, por exemplo, não é a opção mais ideal para os dispositivos móveis;

•    A Picasa Web Album também tem um site destinado a esse público, mas os usuários do sistema operacional Android, do próprio Google, não tem uma maneira facilitada para enviar fotos nos álbuns online. Há uma configuração que está desligada por padrão do próprio site que permite enviar fotos via e-mail, ou seja, quem desconhece esse detalhe não sabe que o envio de fotos pode ser realizado por correio eletrônico;

•    Ainda não é possível editar arquivos do Google Docs pelo aparelho móvel (o mesmo vale para os usuários do iPad);

•    As duas ferramentas administrativas mais populares da internet – Google Analytics e Feedburner – não têm versões móveis;

•    Desde março desse ano, com a aquisição do AdMob, o Google é o principal gerador de publicidade móvel. O lançamento da versão do AdWords para dispositivos móveis representou uma tentativa de abocanhar a plataforma comercial, que significa, junto à AdSense, 91% da receita global do Google;

•    Perfis do Google, sites, alertas, dicionário, grupos, Knol e Scholar apresentam apenas versões diversas de layout para os desktops;

•    O serviço de perguntas e respostas , Aardvark, tem uma aplicação para o iPhone que não é atualizada desde o mês de abril e não leva vantagem diante das novas funcionalidades do software da Apple. Não há qualquer versão para o Android;

•    Por fim, o Picnik, editor de imagens Web, não funciona na maioria dos browsers dos aparelhos porque foi desenvolvido a partir do Adobe Flash. Ele ainda se esforça nos Androids recentes.
Para não cometer injustiça, nem a Apple, Research in Motion ou a Palm possuem versões móveis dos seus sites. De fato, o recurso de busca find-as-you-type da apple.com é desativado quando a navegação é feita a partir de um dispositivo móvel. Além disso, o Google tem investido bastante esforço para versões dos seus sites para celular. Youtube.com foi recentemente reformulado para usuários de aparelhos móveis, embora as aplicações do Youtube já venham com muitos aparelhos.

O Google ainda não se manifestou diante desse relatório. No entanto, no passado, alegou que prefere sites a aplicações. Ao contrário dos aplicativos, os desenvolvedores da Web podem atualizar um site a qualquer momento sem que o usuário tenha que instalar nova versão que atenda a essas atualizações. De acordo com essa lógica, nunca se sabe quando um novo site, com versão mais recente e funcional, portanto melhor que as versões móveis do Google (ou concorrentes), irão aparecer.

Fonte: Los Angeles Times

17
August
2010

Apple e o Pagamento Digital

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Apple | Tag(s): , , , , , | 0comentarios

Noticiado em primeira mão pela Near Field Communications World, uma publicação especializada em comércio, a recente aposta da Apple nos pagamentos em aparelhos móveis aponta a contratação de Benjamin Vigier como uma tentativa de introdução em mais um nicho rentável: além de computadores, música, vídeos e livros, a companhia se lança no mercado do dinheiro.

De acordo com o seu perfil no Linkedin, o contratado é o novo gerente de produtos Apple em comércio móvel. Sua especialidade está na tecnologia conhecida como NFC – Near Fields Communication, algo como “campo de comunicação próxima”, em tradução livre. Antes disso, Vigier trabalhou em uma companhia chamada Mfoundry, pioneira em pagamentos móveis em grandes redes como PayPal e Starbucks, além de encabeçar um projeto nomeado Mobile Wallet.

A NFC (Near Field Communication) funciona de um jeito semelhante aos chips presentes nos cartões de crédito e na atual verificação de passaportes. Ou seja, quando um chip deste tipo é colocado em um leitor com a mesma tecnologia, ambos trocam dados gerando informações e transações de crédito.
Um especialista nessa área não é novidade na Apple. De acordo com funcionários familiarizados com a contratação, há admissões de outros experts em tecnologia NFC. Apesar de ainda não ter se manifestado a respeito, a companhia tem diversas razões para escolher especialistas neste novo serviço em linhas de dispositivos móveis e tocadores de música, que vão desde a substituição de transações com dinheiro vivo ou cartões de crédito para o uso direto pelo próprio iPhone, ou então uma maior interação com as propagandas do iAd (presente apenas no OS4), que, a partir desse serviço, poderá funcionar da seguinte maneira: o usuário, em contato com um anúncio do seu interesse, pode gerar um cupom com informações adicionais dessa propaganda apenas agitando o aparelho após o acionamento de um sensor – tecnologia possível somente se subsidiada pela NFC.  O último palpite não é absurdo se levarmos em conta que a Apple apresentou recentemente as patentes que simulam uma experiência semelhante.

O uso cada vez maior da internet pelos dispositivos móveis pode estimular mudanças fundamentais na indústria bancária e, claro, entre os próprios usuários familiarizados com a moeda digital. Afinal, quem não gosta de economizar tempo e simplificar pequenas burocracias?

Fonte: New York Times

16
August
2010

Novidades para o Android 2.2

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Google | Tag(s): , , , | 0comentarios

O Google acaba de anunciar novas funcionalidades para os aparelhos que utilizam o sistema operacional Android 2.2 “Froyo”.

A primeira é o “Voice Search”, um programa que deixa o usuário empregar a fala para ditar mensagens, procurar mapas, escutar música, tudo por comando de voz.

Já o “Chrome to Phone” funciona como uma extensão do Google Chrome que manda números de telefone, URLs (vídeos do YouTube, mapas do Google, etc.) instantaneamente para o aparelho móvel com um simples click.

O melhor de tudo é que esses serviços estão disponíveis gratuitamente para o OS na Android Market e nas extensões do Chrome.

Veja os novos recursos em ação:

Fonte: Android Authority

11
August
2010

Android X iPhone4

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Apple, Google | Tag(s): , , , , , | 0comentarios

Novas funcionalidades para o Android serão lançadas amanhã pelo Google.

Apesar da expectativa de que o Google lançará uma versão concorrente do FaceTime (software de vídeo chamadas do iPhone4 ), há quem diga que a declaração não passa de boato.

A Apple introduziu o FaceTime em junho com o lançamento do próprio iPhone 4, que permite o videochat apenas entre usuários da última versão do iPhone em uma mesma rede de internet sem fio. Segundo Steve Jobs, há conversas para que a vídeo chamada, a partir do ano que vem, esteja disponível também pela rede de telefonia. Enquanto isso não acontece, o site 9to5mac se antecipou, experimentou esse serviço via 3G utilizando “jailbreak” e disponibilizou uma pesquisa apontando o consumo deste novo recurso. Uma ligação de 5 minutos usou quase 15 MB – uma média de 3 MB por minuto. Para efeito de comparação, o Fring, que já realiza vídeo chamadas, usa 1 MB por minuto.

Fonte: fastcompany

10
August
2010

Voltamos!

Postado por: Juliana Xavier | Categoria: Diversos | Tag(s): | 0comentarios

Depois de alguns meses parado, o Pramobile promete atualizações, repaginação e novidades aos usuários e entusiastas da Apple, Google, Nokia, Blackberry, enfim, tudo sobre dispositivos móveis e suas aplicações.

Acompanhe as nossas mudanças! Estamos de volta!

7
December
2009

A nova cara do Symbian

Postado por: Andre Salles | Categoria: Nokia | Tag(s): | 0comentarios

Conforme foi publicado no blog Gadgets da Info Abril, algumas imagens da nova interface do sistema operacional Symbian foram reveladas.

O Symbian não morreu e não vai morrer tão cedo :)
Obs: Uma observação, o aparelho que aparece nas figuras é apenas um conceito, ele não existe.

Confiram abaixo:

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7
December
2009

Quais serviços móveis estarão em alta em breve?

Postado por: Andre Salles | Categoria: Diversos | Tag(s): | 0comentarios

Enquanto os celulares vão se aproximando cada vez mais da vocação dos computadores, as empresas pensam em aplicações para usar todo o potencial dos recursos.
O Gartner fez um estudo para mostrar quais são as dez aplicações móveis de consumo que devem proliferar em 2012.

Veja quais são elas:

  • Transferência de dinheiro por SMS
  • Serviços de localização, o LBS
  • Pesquisa aplicada à área de marketing
  • Navegação
  • Monitoramento móvel da saúde
  • Pagamentos móveis
  • NFC, o Near Field Communications
  • Propaganda móvel
  • Mensageiro instantâneo
  • Música

A pesquisa mostra ainda alguns dados interessantes. Hoje, 60% dos aparelhos celulares vendidos no mundo são capazes de navegar na internet. Esse percentual deverá aumentar para 80% em 2013. Já o gasto com propaganda móvel em 2008 foi de 530,2 milhões de dólares, algo que deve chegar, segundo as projeções do Gartner, a 7,5 bilhões em 2012.